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Resenha: A Profecia de Samsara, de Leticia Vilela

Atenção: Esta resenha pode conter traços de
humor negro, violência, palavrões, referências sexuais, sarcasmo em nível extremo, piadas internas, achismo, palavras erradas escritas assim de propósito e tudo que há de ruim no ser humano.
Você foi avisado.




Título: Red Luna: A Profecia de Samsara
Autora: Letícia Vilela
Ano: 2014
Editora: Gutenberg
Páginas: 240
Site oficial
Ainda não tem Skoob, mas assim que tiver eu atualizo ;)



Fanpages:



Sinopse:

Quando um dos príncipes do Clã mágico dos Devas é assassinado, as suspeitas recaem sobre sua própria mestra, Draupadi. O irmão do príncipe, o jovem Arjuna, jura vingar sua morte e persegue a criminosa pelos reinos mágicos da antiga Índia.
Draupadi inicia sua fuga ao lado de Asti, uma humana a quem chama de filha, que guarda um segredo em seu corpo desde que nasceu: uma maldição ancestral em forma de tatuagem, da qual procura desesperadamente se libertar. Todos os fatos fazem os destinos de Arjuna e Asti convergirem definitivamente, o que torna inevitável a concretização da temível Profecia de Samsara.


Sobre a autora:

Nascida em 1987 na cidade de Belo Horizonte, Leticia Gois Vilela sempre se interessou pela área artística e se dedicou à ela mais do que seus professores do ensino fundamental e médio gostariam. Cursou Design Gráfico na ESPM, se mantendo focada nas áreas de ilustração, quadrinhos, games e animação. Com uma lapiseira ou tablet em mãos, se mantém ocupada por horas criando e desenhando personagens, imaginando cada detalhe de suas vestimentas e personalidades e como seria viver como eles em universos fictícios.

Quote:

Algo se mexeu em sua perna. A corrente-tatuagem em sua pele movimentou-se como um ser vivo, seus elos emanando chamas estilizadas. Envolveu o ferimento, brilhando com intensidade e, em instantes, o que restava do corte era uma mancha cauterizada, sem sinal de sangue.



Kamila: Ah sim, é a própria Leticia que ilustra o livro (como era de se esperar). Visite o DeviantArt dela aqui *-*
Phyreon: E morra de inveja porque você nunca vai desenhar assim nessa sua medíocre vida.


Eu (Kamila) suprimi os spoilers porque o livro ainda não foi lançado. Não há de que.


Kamila: O título dessa resenha também pode ser “PORRA, ARJUNA!”. Você descobrirá por que em breve.

Não sei se todos vocês sabem, mas no ano passado eu comprei um livro chamado A Biblioteca do Czar, dos Brasileiros Gabriel Morato e Marcos Inoue. Phyreon exprimiu todo o seu gosto pelos peitinhos da Alisa nesse post aqui.

Deu que o Marcos gostou tanto da resenha (eu sei lá como) e me pediu para que eu lesse o segundo livro da série. Mas detalhe: antes de ser lançado.

Sim! O livro vai sair só em 10 de junho, mas aqui estou eu OSTENTANDO que já li e já aprovei :D

Phyreon e eu temos uma opinião parecida sobre esse novo aqui. Foi um sofrimento fazer o véio ler no PC, mas enfim. Vamos começar a zuêra.


A Profecia de Samsara nos joga anos e mais anos e mais ANOS antes dos fatos que aconteceram no primeiro livro onde meu shipp não deu certo :< e se passa na Índia.

Lá nós temos Arjuna Infortúnio da Silva e Asti Sua Linda dos Santos, junto com sua mãe de criação Draupadi Lenda Mítica Linda Poderosa dos Santos.

A história começa quando o Arjuna era um moleque catarrento e a Draupadi apareceu na frente dele carregando um embrulho… nada de mais no embrulho sô, só o irmão do Arjuna morto.

Desnecessário dizer que Arjuna começou a odiar a Draupadi.

E a Asti, tia?

Asti vem depois. Ela é meio que problemática. É.

Depois de anos, a Draupadi reaparece e rouba O Colar. E Arjuna, com sangue nos zói vai atrás dela… e aí a coisa começa.

A narrativa é uma delícia pra ler, não te cansa, não te deixa largar o livro. Arjuna fazendo uma merda atrás da outra é mais engraçado que trágico e a Asti… pobre Asti :< No começo as coisas ficam meio confusas, mas o glossário e a leitura deixam tudo nos eixos. Depois de vinte páginas você nem precisa olhar glossário mais.

Eu gosto de falar da parte gráfica do livro, se a impressão é boa, sobre as folhas, capa e tudo mais porque tudo isso faz parte do livro também, mãns eu li foi no PC e ainda não vi como os desenhos vão ficar.

Sim, vai ter desenho! Um monte deles *-*

Super recomendado, super leve e legal e óbvio que você tem que ler, principalmente se gostou de A Biblioteca. Como eu disse na outra resenha, com o passar dos livros da série, você vai entendendo melhor o universo, e depois que ler A Profecia, você vai ficar tipo “AAAAAAHHHHHHNNNNNNNNN então é iiiiiissssssoooooo.” Eu fiquei assim. É.

Fora isso eu tive algumas reações meio...


Minhas reações. Clique para ler direito.



Então, até mais e obrigada pelos peixes.



~*~

Phyreon: Mortais, faz quase uma eternidade que eu nem visito esse blog de merda. Mudaram a estrutura sem me perguntar, mudaram minha foto da página de autores sem perguntar…

Kamila: Não quero problema com direitos autorais.

Phyreon: Mudaram a merda toda, mas eu não me importo. Depois que essa daí me encheu o saco por dias seguidos, eu aceitei ler o livro da Asti. Ele é bem curto, vai direto ao assunto, não tem 150 mil personagens e tem uma quantidade boa de sangue de bicho feio. Apesar de que eu acho que [spoiler removido por Kamila].

A história começa como a mortal ali em cima disse: Draupadi com o corpo de Bina-

Kamila: Bhima.

Phyreon: Vá cuidar das suas equações diferenciais. Com o corpo de Bhima morto, o garoto que viu e achou que foi a própria Draupadi que matou, algo tipo: “Você carregou o corpo do meu irmão! Você matou ele!!1!1!” como se não fosse mais lógico o assassino desovar o defunto por aí ou queimar ou apagar o rastro… Que foi? É óbvio que [spoiler removido].

Mas Arjuna ganha um ponto porque ele tinha 8 anos. Guris de 8 anos não pensam muito.

Daí, depois de anos e mais anos… Draupadi retorna!

“OMFG MAS É A-GO-RA QUE EU VOU VINGAR BINA!1!1!1”, disse Arjuna


Kamila: Eu já disse-

Phyreon: Não é óbvio que eu estou zoando, estúpida?

Kamila: é, mas vai que-

Phyreon. Prova. De EDO. Semana que vem.

Continuando, Arjuna foi atrás da Draupadi. O cara é ranged, fodão, controla fogo, é príncipe, pegador de 9nha, mas é dono de uma falta de inteligência do tamanho da maldita Índia.

E a merda começa quando ele resolve atirar uma flecha de ~~fogo~~ atrás de uma mulher (a Draupadi) que tá correndo numa cidade cheia de ~~tendas~~.

Mas é lógico que ele errou, acertou uma tenda e pôs fogo na cidade toda.

PORRA, ARJUNA! Upa essa dex aí desgraçado!

Legal é que esse é o COMEÇO das merdas do Arjuna. Durante a leitura eu fiz epic facepalms umas cinco vezes por causa DELE. Guarde bem a expressão PORRA, ARJUNA! Porque você vai usá-la com frequência.

A história não tem nada a ver com A Biblioteca. Não, nada. Apesar disso as duas se conectam por causa de um detalhe sutil… Hollow Varni.

Lembram dos Varnis? Os vampiros de pele vermelha? Da Alisa? Daqueles peitinhos pontudos? Pois sim. Hollow Varni estava aprisionado na época de A Profecia, e aí [spoiler removido].

Assim, mesmo contando a história fora da linha cronológica, a série faz todo o maldito sentido.

Em A Profecia, aparece mais uma dúzia de coisas novas. Pra começar os vampiros são mais pra magos, e são chamados de Devas. Controlam elementos, como água, ou fogo, ou eletricidade, ou luz, ou metal, ou plantas ou qualquer coisa. Eles tem uma divisão que é mais ou menos assim:

Esqueminha.png, desenhado pela mortal, portanto com certeza está cheio de erros. Clique para ler melhor.


Os nomes coloridos são de personagens do livro, exceto os Nagas, Mermis e Kinaras, que são espécies.

Falando em nagas, são uma raça de cobras-homem estranhas (e as fêmeas são chamadas naguinis) e são os vilões da história, que querem trazer Hollow Varni de volta de sua prisão, que é o [spoiler fraco, mas é spoiler, então tirei].

Então, nós conhecemos alguns Devas. Não todos os tipos deles. O que é bom, porque dá um nó desgraçado na cabeça aquele tanto de magia nas primeiras páginas. Depois de umas 50, já dá pra melhorar o entendimento.

E temos os dvaras Alayas (mudaram a merda do nome e não me avisaram, QUEM OUSA), que são a comida dos Devas. Os humanos que enchem a mana dos magos, assim:

Há milhares de anos, diziam que os deuses andavam entre os humanos. Os Devas, de tom de pele arroxeado, podiam usar magia como desejassem, mas para isso precisavam se expor à luz da dimensão mágica de Maan. Os humanos, chamados de Alayas, eram portais para essa dimensão e a única forma pela qual Devas podiam se alimentar dessa energia mágica. - disse a autora no facebook esses dias.

Ou seja, todo Deva é roxo. Não, eles nem chamam a atenção. Só falta a melancia no pescoço.

A narrativa corre muito bem, obrigado. O plot twist do final é delicioso. E eu dei uma gargalhada! Nada é como vocês pensam, seus mortais de capacidade limitada! HAHAHAHAHAHA!!!

você ao ler o plot twist



Agora, passamos àquela análise dos personagens:



Arjuna: aquele ranger papel que não dura nada
quando o pau come no MMO e por causa dele
sua party é uma merda

Arjuna

O Mocinho, que tem todas as características de um mocinho: é valente, forte, corajoso, órfão e estúpido. Apesar de tudo, ele cai na porrada mas não aguenta e é mais macho que Miguelito porque pelo menos Arjuna [spoiler]. Lembrando que ele é um Deva, controla o fogo e tem uma salamandra (de fogo) que é uma espécie de… de… de sei lá. Alguma coisa quase parecida com o conceito de um Digimon.



DLÇ

Draupadi

Essa eu caso, dou comida, casa e roupa lavada. Draupadi carrega o livro nas costas e eu não estou zoando. É um mito, foderástica, linda, gostosa, esperta, uma-

Kamila: chega.

Phyreon: uma MILF. Se você não sabe o que é MILF, eu explico: mother I’d like to fuck. E ela ainda tem o Dawon (que é o digimon dela). O que a deixa num nível em que meros mortais nunca seriam capazes de ter o corpo dela nu em suas camas, mas eu meus caros, não sou mortal.





Asti fazendo o rango pra mãe enquanto ela tá
ocupada fazendo os corre

Asti

O grande problema do livro todo. Mas Asti é… eu pego. Ela e a mãe. Ao mesmo tempo.

Kamila: Phy-re-on. *chinelo na mão*

Phyreon *ignora* Asti não é aquela donzela passiva, e eu creio que ultimamente este estereótipo de donzela passiva foi morto e enterrado junto com uma certa Isabela Cisne por aí. As garotas andam enérgicas, participativas, lindas, poderosas, mandando o recalque para a puta que pariu. E Asti é uma delas, e acaba sendo o [termo que se for pesquisado desencadeia num spoiler] do livro. Ah sim, e ela subiu de class. Meio que rebornou.

Ela e Arjuna empatam na macheza, podemos dizer assim.


Camil vendendo seu bagulho.

Camil

Uma. Deva. Que. Tem. Uma. Maldita. Flor. Saindo. Da. Cabeça. E que vende pó, digo, aromas, para os devas porque eles não precisam se alimentar e mimimi e não tem o prazer de comer e mimimi e qual é? Eu sou desses, e eu como muito [termos removidos pelo bem geral da nação, não precisam me agradecer, Phyreon é um idiota, nem sei como vocês gostam dessa praga].



Lis virada no pó na pipoca

Lis

Ruiva saltitante. Próximo.


Radha

Personagem Gato de Schrödinger: Vivo e morto ao mesmo tempo.



Irmãos do Arjuna

Nem decorei os nomes, só sei que um é uma bomba atômica ambulante.

Cria de Orochimaru

Um Monte de Cobras

Vivem sibilando, nenhuma é importante de verdade e são todas meio lerdas. Principalmente por [spoiler violento]




Finalizando, Há uma evolução de A Biblioteca para A Profecia. O fato de ser de OUTRO AUTOR é definitivo, é claro, mas enquanto em A Biblioteca eu fiquei aturdido sem informação suficiente sobre Alisa, aqui tudo está em devida ordem. Não falta nada, e eu acho que sobra às vezes.

A quantidade de informação pode assustar a princípio, mas vocês mortais são tão apressados, tão impacientes que chegam a ser estúpidos ao abandonar um livro simplesmente porque não entendeu o universo dele a princípio. Livros devem ser apreciados, degustados, não engolidos só para cumprir metas e pagar de cult. Então parem com a estupidez inerente ao seu ser e leia a merda do livro até a página 100.

Saudades da avaliação de estrelinhas?


I - Carnificina

êêêêêêêêêêEscrito por Lorde Phyreon
êêêêê - Planetas explodindo
êêêê - Guerra nuclear
êêê - Genocídio
êê - Umas três cabeças voando
êUma mortezinha
ê - Ninguém morre
êê - Só nascimento


II - Macheza do herói – Arjuna


êêêêê - Lorde Phyreon
êêêê- Odin
êêê - Troll das cavernas
êê - Macho
ê - Homem. Só porque ele [spoiler]
ê - Bob Esponja
êê - Shun de Andrômeda


II.I - Macheza do herói – Draupadi

êêêêê - Lorde Phyreon
êêêê- Odin (!!!) Kamila: alguém parece ter se apaixonado...
êêê - Troll das cavernas
êê - Macho
ê - Homem
ê - Bob Esponja
êê - Shun de Andrômeda



III - Maldade do Vilão

êêêêê - Phyreon
êêêê - Darth Vader/Sephiroth/Sauron
êêê - Darth Maul
êê - Rei Joffrey
ê - Malvado
ê - Mera especulação, só fala e nada faz.
êê - Plâncton


IV - Putaria

êêêêê- Bordel do Tio Phyreon
êêêê- Game of Thrones: onde a paródia pornô tem menos pornô que o original
êêê- Tenjho Tenge: enredo e peitos em harmonia
êê- American Pie: menos enredo e mais peitos
êUns amassos melhores
ê - Shoujo: onde os amassos não passam de beijinhos inocentes
êê - Shounen: mais porrada e menos amasso Não pode ser classificado como Shoujo porque [spoiler]

V - Enredo

êêêêêêêêêêJust Epic.
êêêêê - “Eu creio que este autor merece esse monte de estrelas aqui porque sim”

êêêê - “Mas olha, isso aqui é bom mesmo”
êêê - Melhor que bom.
êê - Bom.
ê - Dá pra ler
ê - Pescador: duas linhas, cochila. Mais duas linhas, cochila...
êê - ZzzzZzZZzzzZ: dormiu na página 10.



Só aguenta dois hits. Se der silence, morreu.



A dura vida de uma MILF

Asti minutos antes de ir pra minha cama

Explicando - Os Sonhos de Phyreon


Olá pessoal. Acho que tem muuuuuuuuuuito tempo que eu não posto nada legal sobre a trilogia né?

Então, resolvi hoje falar sobre algo que deve incomodar vocês muito.

COMO Tio Phyreon conseguiu aquele dom de sonhar com o futuro? De onde vem? Para onde vai? Como se reproduz? HOJE no Globo Repórter!

Parei, parei.

Mas enfim. Muitos de vocês entendem a coisa errado. Acho que é porque eu não expliquei direito nos livros.

Phyreon não sonha com qualquer coisa no futuro. Não, não. Quem sonha com isso, fatos aleatórios do passado e do futuro, os chamados Videntes, Profetas ou Oráculos, nascem com o dom e morrem com ele. Isabelle Maurer é nosso exemplo de Oráculo.

Phyreon NÃO.

O caso dele é bem específico, bem específico MESMO. Ele não nasceu com o dom da visão. Este dom foi imposto nele assim que nasceu, por um Mestre Elfo. Um maldito mestre elfo que eu amo demais <3

Enfim, como ele não nasceu com a coisa, ela custou a manifestar. Geralmente, Videntes começam a sonhar bem novos, quatro a cinco anos de idade. Phyreon começou efetivamente aos sete. Mais ou menos quando Lothus nasceu. Antes ele só sonhava com fatos do futuro aleatórios e sem sentido para ele. Mas depois que seu irmãozinho veio, a coisa ficou feia.

Mortes. Ele sempre sonhava com mortes. Às vezes era ele quem matava. Noutras ele assistia tudo. Em algumas ele morria. Sempre acordava gritando, coitado. Tsk tsk tsk.

Bem, o pai dele reparou que todo mundo que Phyreon sonhava que ia morrer, de fato morria. O pai (Lorde Auguste, Rei da Birosca de Raython, Primeiro E Único de Seu Nome e Senhor das Putas Ruivas) Até tentava salvar as pobres almas mas falhava SEMPRE.

Então, de que adiantava o filho dele PREVER se não podia MUDAR?

Algo que o velho Auguste sempre quis saber.

Phyreon achou a resposta para isso sozinho, quando tinha doze anos. Ele sonhou que alguém querido morreria naquele dia, e ele mesmo correu para salvar esta pessoa, que seria cruelmente atirada do alto de uma cachoeira por uma pessoa malvada.
Phyreon salvou tal pessoa querida.

Mas acabou jogando a outra pessoa malvada cachoeira abaixo.
Não vou dar nomes aos bois porque isso é spoiler de Tempestade. Milbijos :*
O que Phyreon notou foi chamado por ele de A Primeira Regra:

A Morte tem que levar alguém. Sempre.

E isso estava certo, certíssimo. Vajam bem, meus caros! Se a morte perde uma pessoa, ela tem que levar outra para compensar. Logo depois, Phyreon descobriu aquilo que chamou de A Segunda Regra.

Só quem sonha pode escolher quem morre.

Isso Também foi provado. Apenas Phyreon podia trocar a pessoa que a Morte levaria. Mais ninguém.
A Terceira Regra tardou alguns anos a vir.

Nem sempre salvar alguém vale a pena.

Ah, sim. A Terceira Regra foi a que mais lhe pesou. A lista de pessoas que Phyreon salvou conta com: Lothus, Arthur Wolfgang, esse aí mesmo, Elektra. Só os mais importantes, ainda tem mais.

Se ele não salvasse um deles, só um, a Profecia que todos vocês conhecem nunca, nunca se cumpriria.

Então eu acho que vocês entenderam POR QUE aquele elfo o abençoou com tal dom.

Depois que Elektra e Raikou se conheceram, Phyreon quase parou de sonhar com mortes e começou a sonhar com outra coisa. Volte ao livro Ethernia. Capítulo VIII, depois que os dois primos de pegam. Sim. SIM, isso lhe parece FAMILIAR? Então. Phyreon começou a sonhar com ele, cada vez mais… E aí a coisa começou a falhar. Ele ainda sonhava com mortes insignificantes, e foi diminuindo… até sumir.

Assim, conclui-se que o dom foi posto só pra isso. Para que a maldita Profecia pudesse ser cumprida.

Porque nada é por acaso nessa desgraça de trilogia e eu passo NOITES SEM DORMIR pensando em como atar COISAS SEM SENTIDO. Eu fiquei quase UM MÊS pensando em COMO arrumar um sentido plausível para os sonhos de Phyreon sem deixa-lo overpower demais, falhou, claro, mas tá.

Ele não é um Vidente, pelo amor de Odin. Lá eles colocaram o nome de Death Dreamer. Aqui, Sonhador da Morte é muito esquisito, daí eu resolvi por Oráculo da Morte, ou Profeta da Morte.

Então é isso. Mais sugestões de explicações? Deixem aí. =3

Resenha Dupla #perdi a conta: Os Reis do Rio, de Rafael Lima


- Título: Os Reis do Rio
- Autor: Rafael Lima
- Ano: 2012
- Editora: Draco
- Páginas: 298









Sinopse:
No romance Os Reis do Rio, de Rafael Lima, descubra uma distopia 100% carioca. O ano é 2189. Décadas após um holocausto nuclear, nada de maravilhoso restou na cidade de São Sebastião. A monocromia substituiu a exuberância natural. A insipidez, o charme das ruas. A apatia, a vivacidade dos cariocas. Mas ainda há esperança. Ao menos para William Costa. Quando seu irmão Edu é sequestrado pela Radius, organização soberana da cidade, o mulato deixa seu bairro-caverna para resgatá-lo. Em sua companhia segue Lia, namorada de Edu, e Ulysses, um tiziu implacável. Seu destino: a cidadela de Iraputã, coração da Radius. Lá, respostas que vão além do paradeiro de Edu os aguardam, revelações sobre o passado e o futuro do Rio de Janeiro e até mesmo do terrível mundo que habitam. Samba-dumps, robôs esquizofrênicos, rifles plasmáticos, harpias, caveiras, rádios clandestinas e uma batalha iminente pelas ruínas de um dos cartões-postais mais famosos de todos os tempos. Está preparado? Então seja bem-vindo ao novo Rio.

Autor:
Rafael Lima nasceu em 1986, é carioca, publicitário formado pela PUC-RIO web designer e flamenguista de coração.É o autor do romance Aura de Asíris – A Batalha de Kayabashi (2010). Participou da coletânea Fantasias Urbanas (2012).


Quote:








Descrições XX: Lily Wander


Hm, falaremos hoje da Lily, hã? Certo. É a filha do meio de Barthis e Marine, hã? Cerrrrto.
A half-blood é uma mistura dos pais fisicamente. Tem os peitões da mãe, a cor do cabelo da mãe, as orelhas da mãe, os olhos do pai, e o cabelo liso do pai também, e a mira dos dois somada.
Mas ela é tímida. Não, tímida é pouco. Ela é um POÇO de timidez que eu não sei de onde saiu. Toda essa timidez deixa ela… fofa. Isso, fofinha. Mas aqueles peitões…
Mudando de assunto, Ela é uma Wander com Asuka. Ou seja, ela atira desgraçadamente bem. Ganhou um arco quando ainda era pequena e aprendeu o ofício rápido demais. E ela ama arcos, maaaas, prefere serviço doméstico.
A mortal disse que só tem esse desenho dela e sente muito por isso.
Exato. Ela ama cozinhar e coser e cuidar de coisas vivas, principalmente plantinhas. Lírios, de preferência. Sua avó lhe ensinou as prendas domésticas, já que a velha viu que Marine não tinha vocação para a cozinha… E desde então, quem cuida da casa dos Wander é a pobre Lily.
Ela não sabe muito bem quando parou de ver Kaziel como aquele amigo legal que vivia lá em Elven com o irmão brincando com ela e começou a vê-lo como um rapaz lindo e maravilhoso de lindos olhos cinzentos (SIC) (ele puxou do avô, detalhe). Acho eu que foi mais ou menos quando Kaziel notou que os peitos dela estavam cada dia maiores.
 Enfim, ela se apaixonou por ele em algum momento confuso de sua puberdade e desde então fica vermelhíssima cada vez que o vê.
A sorte dela é que o infeliz corresponde o sentimento. Afinal aqueles peitos não podem ser ignorados.
Lily ainda terá mais participação em Profecia… Aguardem.

— Características de Lily, ano 26 da terceira era:

Nascimento: 22/3º/XI T. E.
Naturalidade: Raythoniana
Raça: meio-elfo mortal
Título: Mulher-de-Kaziel
Altura: 165 cm
Peso: 52 Kg
Íris: verde, o verde élfico
Cabelo: longo, liso, castanho escuro
Marcas: nenhuma, nem cicatrizes.
Gosta de: Kaz, Kaz, Kaz, Kaz… e a família e Kaz.
Não gosta de: Uma certa vadia ruiva.



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Agora Vamos falar de Tekpix!
Não. Não, pera, não saia correndo.

Bem, agora é a Kamila aqui. Vim avisar que criei um Ask.fm para a Trilogia. E pra mim também, dane-se.

A proposta é: Façam suas perguntas sobre (a) Trilogia (b) Pessoais sobre mim (c) Pro velho gigolô Phy (d) o que você quiser. E eu não responderei embaixo não.

Não.

Eu responderei por podcast. Vou esperar juntar dez ou mais perguntas e gravarei um vídeo respondendo as perguntas enquanto faço um desenho qualquer aí. Mas tem que ter mais de dez para começar, hã?
Tipo, não precisa estar logado pra perguntar. Então pergunte. Pode ser qualquer coisa mesmo mesmo mesmo. E pode ter certeza que responderei a TODAS.


clique na imagem e vá perguntar, filhote =D

Descrições XXVI: Phantine Watari




O que dizer dela? Burra, muito burra. Gostosa, muito gostosa.
Mas burra.
Naquela época ela tinha 17, mas era baixinha. E peituda. Muito peituda. Ela odiava ir lá pra casa por causa de Raziel, que sempre gostou dos peitos dela. Aquele ódio não tinha justificativa, só… existia.
Por outro lado, ela idolatrava Kaziel. Quase lambia o chão onde ele pisava. E por algum motivo ele não queria nada com ela.
Talvez por isso ela achava Kaziel mais interessante. O fruto proibido. Algo assim.
Ela tem alguns problemas com a mãe. Phantine viveu toda sua infância em Windia, mas teve que ir morar com o pai, por motivos óbvios. Ela odiou. Porque odiava Magma. E culpou sua mãe disso. E disse que Windy havia trocado ela por Sophia.
Algo precipitado e comum de uma criança de dez anos.
Mas nada tolerável para uma mulher de dezessete. Mas ela mantém o pensamento.
Phantine, apesar da burrice, é fundamental nessa história toda. Mas digo fundamental mesmo.
E ela, meus caros, ela irá surpreender mais que todos os outros juntos.

— Características de Phantine, ano 26 da terceira era:
Nascimento: 22/12º/VIII T. E.
Naturalidade: windiana
Raça: humana
Título: Aprendiz de Mago Elemental
Altura: 156 cm
Peso: 57 Kg (metade nos peitos)
Íris: azul anil
Cabelo: longo, liso, vermelho. Anteninhas no alto da cabeça.
Marcas: Marca do escolhido em algum lugar que eu queria ver.
Gosta de: Kaziel, seu pai, e… só, acho.
Não gosta de: Raziel e Magma e cinza vulcânica e muita coisa.
Filosofia: …

Phyreon Recomenda: A Fúria dos Reis


- Título: A fúria dos Reis - As Crônicas de Gelo e Fogo, livro II
- Autor: George R. R. Martin
- Ano: 2011
- Editora: Leya
- Páginas: 656
- Skoob






Sinopse:


Um cometa vermelho como o sangue cruza o céu ameaçadoramente. E o caos reina em Winterfell. Dragões ameaçam os Sete Reinos, e clãs se dividem em busca de poder. Uma princesa se disfarça como órfã, e a magia tenta impedir a força das espadas. Uma terra onde irmão luta contra irmão, e a morte caminha na noite fria. 

Em A Fúria dos Reis nada é o que parece ser, e inocência é uma palavra que não existe. Quando os reis estão em guerra, a terra toda treme.